JORNAL DO

Jahu, agosto de 2026
JORNAL DO

Jahu, agosto de 2026
Nesta edição, veja nas páginas:

4 - NOEL
ROSA

6 - ANTONIO
MINGOTE

7 - SARAH
MORAES
NOTÍCIAS DO CLUBE
A festa caipira na noite fria do dia 18 de julho correu animada e gostosa lotando o salão, o terraço e o Restaurante da Sede de Campo. A animação musical da banda Calango Doido, as comidas típicas, o quentão e as cervejas contribuíram para que os sócios e os convidados tivessem uma noite alegre e descontraída. Mais fotos na página 8.

MENSAGEM
Neste mês de agosto nossa cidade comemora seus 173 anos! A Diretoria, o Conselho do clube e a equipe deste jornal desejam a todos os pais um ótimo Dia dos Pais junto de suas famílias.
Que Deus abençoe o nosso município e também a todos os pais que nele vivem e os ilumine nas difíceis tarefas de educar, compreender e orientar seus filhos.
Não deixem de ver na página 3, algumas das belas fotos de momentos da nossa cidade registradas pelo mestre da fotografia Vicente João Pedro. (foto)
Na página 5, um pouco da história e de curiosidades do mês de agosto.

COMPARTILHANDO
Para homenagear os pais, compartilhamos abaixo duas belas canções, com seus versos. dos autores: Padre Zezinho e Roberto Carlos & Erasmo Carlos.
SAUDADES DO MEU VELHO PAI
Aquele velho tocador de gado
Que tocava gado nas Minas Gerais
Que trabalhava desde pequenino
Desde que menino ele perdeu os pais
Assim que o sol se punha na montanha
Ele ficava ali olhando o sol partir
E começava a nos contar histórias
Cada qual mais linda
E boa de se ouvir
Depois pegava na sua viola
E nos contava histórias
Que ninguém contava
Pegava na sua viola
E nos cantava coisas
Que ninguém cantava
Saudade da viola dele
Saudade das histórias dele
Saudade da viola dele
Saudade das cantigas dele
Saudade do meu pai cansado
Coração emocionado
De quando o olho avermelhava
Ele se desculpava pelo resfriado
De quando o olho avermelhava
Ele se desculpava pelo resfriado
Depois pegava na sua viola
E nos contava histórias
Que ninguém contava
Pegava na sua viola
E nos cantava coisas
Que ninguém cantava
Saudade da viola dele
Saudade das histórias dele
Saudade da viola dele
Saudade das cantigas dele
Saudade do meu pai cansado
Coração emocionado
De quando o olho avermelhava
Ele se desculpava pelo resfriado
De quando o olho avermelhava
Ele se desculpava
MEU QUERIDO, MEU VELHO, MEU AMIGO
Esses seus cabelos brancos, bonitos
Esse olhar cansado, profundo
Me dizendo coisas, num grito
Me ensinando tanto, do mundo...
E esses passos lentos, de agora
Caminhando sempre comigo
Já correram tanto na vida
Meu querido, meu velho, meu amigo
Sua vida cheia de histórias
E essas rugas marcadas pelo tempo
Lembranças de antigas vitórias
Ou lágrimas choradas ao vento
Sua voz macia me acalma
E me diz muito mais do que eu digo
Me calando fundo na alma
Meu querido, meu velho, meu amigo
Seu passado vive presente
Nas experiências contidas
Nesse coração consciente
Da beleza das coisas da vida
Seu sorriso franco me anima
Seu conselho certo me ensina
Beijo suas mãos e lhe digo
Meu querido, meu velho, meu amigo
Eu já lhe falei de tudo,
Mas tudo isso é pouco
Diante do que sinto...
Olhando seus cabelos tão bonitos,
Beijo suas mãos e digo
Meu querido, meu velho, meu amigo

Caroline Van de Vat


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